quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
Personalidade do Ano
Indo de encontro ao que a cara Sofia Simões de Almeida iniciou, também eu tenho a dizer algumas coisinhas sobre a personalidade do ano.
Com que então Os Contemporâneos? Hum... Compreende-se. O que não se compreende, em momento algum, é como é que a Lurdinhas (dito à Rafael Caetano Gomes) conseguiu ficar para trás. Essa sim, foi e sempre será a personalidade do ano 2008. E tenho dito.
Mas acrescento que esta excelente senhora contou com o meu voto e o do João N Correia. Estas 2 cabeças, líderes no que toca ao assunto Educação (lol), votaram em consciência.
E, como disse a nossa anfitriã em comentários pós-votação, contra factos não há argumentos.
Com que então Os Contemporâneos? Hum... Compreende-se. O que não se compreende, em momento algum, é como é que a Lurdinhas (dito à Rafael Caetano Gomes) conseguiu ficar para trás. Essa sim, foi e sempre será a personalidade do ano 2008. E tenho dito.
Mas acrescento que esta excelente senhora contou com o meu voto e o do João N Correia. Estas 2 cabeças, líderes no que toca ao assunto Educação (lol), votaram em consciência.
E, como disse a nossa anfitriã em comentários pós-votação, contra factos não há argumentos.
(Apesar dos factos não terem sido bem os esperados, não é? Enfim... Nós 2 acreditamos que as vossas consciências se ressentirão.)
melhor pivot do ano
Rodrigo Guedes de Carvalho (com direito a maiúsculas e tudo) ganhou a 'enquete'* do nosso distintíssimo blogue.
meus caros, e permitam-me que me dirija em particular aos estimados colegas rafael caetano gomes e joão n. correia, contra factos não há argumentos.
*ler com sotaque brasileiro
meus caros, e permitam-me que me dirija em particular aos estimados colegas rafael caetano gomes e joão n. correia, contra factos não há argumentos.
*ler com sotaque brasileiro
quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008
Prémio Nacional de Jornalismo Universitário

"Se és estudante de Jornalismo e Comunicação este prémio é para ti. Para participares tens de apresentar uma reportagem em formato de Televisão, Rádio, Imprensa, Multimédia ou Fotografia."
é o que diz aqui e é verdade. A 1ª edição do Prémio Nacional de Jornalismo Universitário está a acontecer. o que começou por ser apenas uma ideia, "ah vão mesmo tentar fazer isso?...", está a concretizar-se, "já vi o vosso site, nem acredito!".
a entrega das reportagens tem de ser feita até 20 de março e o tema é 'Direitos Humanos e Cidadania'.
a oportunidade está criada, agora só falta fazer uma reportagem e participar. serão estudantes de todo o país reunidos em lisboa a trocar experiências, trabalho e ambições. serão jornalistas e professores a partilhar o que sabem. serão discussões sobre o que são os direitos humanos e a cidadania. será ver o trabalho avaliado e reconhecido por um painel de jurados que trabalham todos os dias o jornalismo. será tudo isto e mais, assim esperamos.
quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008
Coisas
Em primeiro lugar, cheira-me que este post vai ser grandinho. O que, se para mim é giro, para vocês é só chato. E vai ser grande porque é Natal e eu sou um mãos largas e, principalmente, porque já chega de vir aqui e ver uma "Errata" a encabeçar o blog. Por isso, quanto mais para baixo ela estiver, mais feliz eu fico (contento-me com pouco, I know).
Este é um daqueles post's em jeito de "Bom Natal". Sendo assim, se calhar ficava bem desejar bom natal. Então cá vai: Bom Natal! E um 2009 semelhante a 2008, mas em bom. Sim, porque se calhar já tínhamos um ano sem crises a varrer o mundo inteiro.
Posto isto, e visto que já não devo meter cá os dedos antes de 2009, fazia já um ligeiro comentário à votação que decorre aqui do lado esquerdo do meu ecrã. E do vosso, suponho. A não ser que tenham o monitor de pernas para o ar, mas isso seria parvo. E acho que já temos aqui parvos que cheguem, não precisamos de mais.
Começava então por perguntar o que raio fazem Os Contemporâneos no primeiro lugar na categoria de personalidade do ano? Bom programa de humor, sim senhor, apesar de alguns sketches intermináveis (mais ou menos como este texto), mas daí a serem quem mais marcou o ano de 2008 vai uma distânciazinha. E já que estão para aí a falar de humor como se não houvesse o amanhã, aproveitem para conhecer o Programa do Aleixo da Sic Radical (programa esse, que eu até linkava se tivesse tempo e não fosse um enorme zero no mundo da informática).
Para mim, a personalidade do ano é Maria de Lurdes Rodrigues e nem vou explicar porquê, nem falar mais do assunto, visto já ter sido discutido vezes suficientes. Não tantas quantas as do último jogo do Benfica, é certo. Mas afinal, o que é que vos interessa mais: o ensino no vosso país ou o antebraço de um qualquer Miguel Vítor? Ah, bem me parecia que iam ficar sem resposta.
Na categoria de pivô do ano (ou pivot, que é mais giro) fico contente por perceber que a Ana Lourenço já lidera as preferências dos visitantes (Sofia, que dizíeis?).
E, por último, ainda mais feliz fico por perceber que o nosso PR pode não servir para muita coisa (nem é isso que se pede de um PR), mas serve para dar uma tareia descomunal a um especialista em frases do ano, como o é Hugo Chávez.
E, por hoje, acho que é tudo (sim estou mesmo a escrever à pressa, como certamente já notaram). Até para o ano!
Ps: É Natal. Ontem passei pelo Colombo. Dizer que aquilo parecia uma selva é ser simpático. Muito simpático.
Este é um daqueles post's em jeito de "Bom Natal". Sendo assim, se calhar ficava bem desejar bom natal. Então cá vai: Bom Natal! E um 2009 semelhante a 2008, mas em bom. Sim, porque se calhar já tínhamos um ano sem crises a varrer o mundo inteiro.
Posto isto, e visto que já não devo meter cá os dedos antes de 2009, fazia já um ligeiro comentário à votação que decorre aqui do lado esquerdo do meu ecrã. E do vosso, suponho. A não ser que tenham o monitor de pernas para o ar, mas isso seria parvo. E acho que já temos aqui parvos que cheguem, não precisamos de mais.
Começava então por perguntar o que raio fazem Os Contemporâneos no primeiro lugar na categoria de personalidade do ano? Bom programa de humor, sim senhor, apesar de alguns sketches intermináveis (mais ou menos como este texto), mas daí a serem quem mais marcou o ano de 2008 vai uma distânciazinha. E já que estão para aí a falar de humor como se não houvesse o amanhã, aproveitem para conhecer o Programa do Aleixo da Sic Radical (programa esse, que eu até linkava se tivesse tempo e não fosse um enorme zero no mundo da informática).
Para mim, a personalidade do ano é Maria de Lurdes Rodrigues e nem vou explicar porquê, nem falar mais do assunto, visto já ter sido discutido vezes suficientes. Não tantas quantas as do último jogo do Benfica, é certo. Mas afinal, o que é que vos interessa mais: o ensino no vosso país ou o antebraço de um qualquer Miguel Vítor? Ah, bem me parecia que iam ficar sem resposta.
Na categoria de pivô do ano (ou pivot, que é mais giro) fico contente por perceber que a Ana Lourenço já lidera as preferências dos visitantes (Sofia, que dizíeis?).
E, por último, ainda mais feliz fico por perceber que o nosso PR pode não servir para muita coisa (nem é isso que se pede de um PR), mas serve para dar uma tareia descomunal a um especialista em frases do ano, como o é Hugo Chávez.
E, por hoje, acho que é tudo (sim estou mesmo a escrever à pressa, como certamente já notaram). Até para o ano!
Ps: É Natal. Ontem passei pelo Colombo. Dizer que aquilo parecia uma selva é ser simpático. Muito simpático.
Bowling for Columbine
Não, o natal não me serve como pretexto para este post.
É apenas uma recomendação viva para um documentário que não podem deixar de ver:
"Bowling for Columbine", de Michael Moore, 2003.
É apenas uma recomendação viva para um documentário que não podem deixar de ver:
"Bowling for Columbine", de Michael Moore, 2003.
quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Errata!
Esta é a primeira vez que tal acontece no 25% e a culpa é das sondagens, claro! Já nos tínhamos enganado antes, mas, como dava para alterar os posts, nunca houve problemas. A verdade é que desta vez a situação é diferente...
Com o entusiasmo de fazer estas magníficas e super respeitadas sondagens, ocorreu um pequeno erro. O pivô João Adelino Faria foi confundido com um qualquer José, também Adelino e também ele Faria, que, obviamente, não existe, pelo menos "televisivamente" falando...
O pequeno erro não parece ter afectado o sr. JOÃO Adelino Faria, que está a ter um muito bom desempenho. A verdade é que a equipa do 25% gostava de pedir desculpa ao dito cujo (que terá o nosso blog em alta estima) e a todos os que nos visitam assiduamente neste nosso cantinho, em particular às pessoas que votaram neste pivô...
Com o entusiasmo de fazer estas magníficas e super respeitadas sondagens, ocorreu um pequeno erro. O pivô João Adelino Faria foi confundido com um qualquer José, também Adelino e também ele Faria, que, obviamente, não existe, pelo menos "televisivamente" falando...
O pequeno erro não parece ter afectado o sr. JOÃO Adelino Faria, que está a ter um muito bom desempenho. A verdade é que a equipa do 25% gostava de pedir desculpa ao dito cujo (que terá o nosso blog em alta estima) e a todos os que nos visitam assiduamente neste nosso cantinho, em particular às pessoas que votaram neste pivô...
terça-feira, 16 de Dezembro de 2008
Orkut!
Bem, acho que tenho que agradecer eternamente à Maria João por me ter dado a conhecer esta pérola...
sábado, 13 de Dezembro de 2008
Sorry!
Apesar de ter ouvido a música milhentas vezes, nunca tinha reparado nesta fantástica frase. Mais vale tarde do que nunca, na verdade...
Rumours say that you're very sorry. Oh no, you're not sorry, no you're not!
in Tonight I Have To Leave It (Shout Out Louds)
Rumours say that you're very sorry. Oh no, you're not sorry, no you're not!
in Tonight I Have To Leave It (Shout Out Louds)
domingo, 30 de Novembro de 2008
Queria fazer uma denúncia!
Tenho um vício...
O de transformar o mundo em palavras,
Traduzir a vida em letras.
Bem ou mal... É. Sou.
E sou egoísta: dou-me as palavras. Dou-as a alguém, também. A ti, talvez. Contudo, sempre tive uma colossal incapacidade de endereça-las a vastas multidões. Se nunca tive um blog, esse pode ser um motivo.
Agora tudo mudou. Fui mudada, e queria delatar uma
USURPAÇÃO:
Entraram no meu mundo à força e tiraram-no de mim!
Invadiram-me.
Ri, chorei,
Caí, voei,
Vivi.
Escrevi.
Se virem alguém com a minha pen,
Prendam-no.
Ele roubou-me o mundo.
Tinha um vício...
O de transformar o mundo em palavras,
Traduzir a vida em letras.
quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
É triste...
Como se explica a uma criança de 5 anos que o pai não lhe quer ir dar banho porque está a "trabalhar"? E como se justifica que o pai tenha dito que não lhe apetece?
Lidar com uma cara tristonha e a dizer baixinho "O pai não pode vir, não é? Ele tem muito trabalho. E também não gosta de se molhar..." é complicado. Mais complicado ainda é ver que, aos poucos, defendem os progenitores com unhas e dentes porque eles estão no direito de não lhes apetecer tratar dos filhos e que se tornam arrogantes e prepotentes, achando que o resto do mundo está ao seu serviço. "O pai não quer vir, pois não? Já lhe pedi e ele não vem. Não pode, está a trabalhar e não lhe apetece. Coitadinho. E agora dá-me banho, Filipa, ouviste?"
Ouvi...
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Opinião
quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
aos jornalistas do futuro
Aqui fala-se da comunicação social.
Fala-se do facto de ser um poder e da forma como, no entender do autor e respectivos "comentadores", se faz uso desse poder.
Nós, futuros jornalistas, estamos conscientes disso? Temos consciência do que representa escrever e publicar uma notícia e das implicações que isso pode ter? Importa que nos lembremos disso cada vez que escrevemos uma peça?
Ao jornalista é atribuído, não raras vezes, um qualificativo de impunidade. Diz o que quer.
Será o jornalista o mau da fita, responsável por dar mau uso ao poder imenso (que é um poder, é um facto) que tem?
Fala-se do facto de ser um poder e da forma como, no entender do autor e respectivos "comentadores", se faz uso desse poder.
Nós, futuros jornalistas, estamos conscientes disso? Temos consciência do que representa escrever e publicar uma notícia e das implicações que isso pode ter? Importa que nos lembremos disso cada vez que escrevemos uma peça?
Ao jornalista é atribuído, não raras vezes, um qualificativo de impunidade. Diz o que quer.
Será o jornalista o mau da fita, responsável por dar mau uso ao poder imenso (que é um poder, é um facto) que tem?
quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Mostra de Filmes/Documentários arranca hoje
É na Fonoteca Municipal que entre 18 a 22 de Novembro é possível assistir a filmes e documentários com foque em diferentes ritmos musicais. Os filmes são exibidos às 18 horas e às 19 horas todos os dias, excepto no último dia em que a sessão começa às 17:30.
Para mais informações sobre o evento, consulte o site: aqui
Para mais informações sobre o evento, consulte o site:
segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Já que tanto se fala da avaliação dos professores...
... aqui fica uma parte da crónica de Miguel Sousa Tavares sobre o assunto.
"Dou de barato que o processo de avaliação seja insuportavelmente burocrático, que afaste os professores do que interessa para os fazer gastar energias no supérfluo. Mas a avaliação, em si mesma, é tudo menos uma coisa supérflua e sem importância. Cá fora, na 'vida civil', a avaliação é regra número 1 do contrato de trabalho: progride-se na profissão, é-se aumentado ou não, conforme os superiores hierárquicos ou o patrão avaliam o trabalho dos empregados. Sempre foi assim, nunca ninguém estranhou e ninguém quer de outra maneira. Mas no Estado as regras são diferentes: progride-se simplesmente pela passagem dos anos, seja qual for o desempenho - por isso é que se diz que ali a antiguidade é um posto. Tanto faz que um trabalhador falte muito ou falte pouco, que produza resultados ou não, que seja criativo e empenhado ou não: basta ficar sentado, deixar passar o tempo e há-de subir sempre. Muitas vezes penso que a nossa administração pública funciona em autofagia administrativa: existe, não para prestar um serviço público, mas para servir quem a serve. A ausência de avaliação profissional, no ensino como em tudo o resto, não é apenas um prémio aos medíocres, é também um castigo e um factor de desmoralização para os bons.
Por isso, em voz alta, ninguém se atreve a dizer que a avaliação proposta para os professores é uma coisa injusta e sem sentido. Dizem que esta não serve, mas não propõem nenhuma outra - é típico do sindicalismo que temos. Alguém já ouviu a Fenprof propor outra avaliação ou outro qualquer método de premiar os melhores professores e castigar os professores dos falsos atestados médicos? Eu ouvi a alguns professores que até não alinham com a Fenprof que não se sentiam capazes de avaliar colegas. Antes também recusaram, e julgo que com razão, a proposta da ministra para que os pais participassem também na avaliação. Então, quem a deve fazer? Manuela Ferreira Leite propôs subitamente uma "avaliação externa". Mas quem a fará, com competência para tal? E será que os professores, que, pelos vistos, não querem uma avaliação interna, aceitariam uma externa? Imagine-se...
Assim, como as coisas estão, não há saída. Acontecerá uma de duas coisas: ou a ministra começa a ceder no essencial, mantendo o acessório (como já parece estar a acontecer com o deferimento para mais tarde dos efeitos da avaliação), ou acaba por desistir e tudo volta à estaca zero. Esse é o objectivo final das corporações que governam de facto entre nós e do sindicalismo conservador que, em associação com elas, visa tornar o país ingovernável. Todos sabemos que é assim: na educação, como na saúde, na justiça, na administração pública, no poder local, no sector empresarial ligado ao Estado. Por isso é que, independentemente do seu feitio, do seu método ou das suas razões até, a derrota final de Maria de Lurdes Rodrigues representará o último sopro de vida de um país eternamente adiado. Depois disso, é inútil tentar reformar o que quer que seja porque está dada a receita para o insucesso. Quem vier a seguir para governar o Estado escusa até de ter programa político: pode limitar-se a dizer que não vai deixar de pagar salários, pensões e subsídios, e toda a gente ficará tranquila."
A crónica na sua versão integral pode ser vista aqui.
"Dou de barato que o processo de avaliação seja insuportavelmente burocrático, que afaste os professores do que interessa para os fazer gastar energias no supérfluo. Mas a avaliação, em si mesma, é tudo menos uma coisa supérflua e sem importância. Cá fora, na 'vida civil', a avaliação é regra número 1 do contrato de trabalho: progride-se na profissão, é-se aumentado ou não, conforme os superiores hierárquicos ou o patrão avaliam o trabalho dos empregados. Sempre foi assim, nunca ninguém estranhou e ninguém quer de outra maneira. Mas no Estado as regras são diferentes: progride-se simplesmente pela passagem dos anos, seja qual for o desempenho - por isso é que se diz que ali a antiguidade é um posto. Tanto faz que um trabalhador falte muito ou falte pouco, que produza resultados ou não, que seja criativo e empenhado ou não: basta ficar sentado, deixar passar o tempo e há-de subir sempre. Muitas vezes penso que a nossa administração pública funciona em autofagia administrativa: existe, não para prestar um serviço público, mas para servir quem a serve. A ausência de avaliação profissional, no ensino como em tudo o resto, não é apenas um prémio aos medíocres, é também um castigo e um factor de desmoralização para os bons.
Por isso, em voz alta, ninguém se atreve a dizer que a avaliação proposta para os professores é uma coisa injusta e sem sentido. Dizem que esta não serve, mas não propõem nenhuma outra - é típico do sindicalismo que temos. Alguém já ouviu a Fenprof propor outra avaliação ou outro qualquer método de premiar os melhores professores e castigar os professores dos falsos atestados médicos? Eu ouvi a alguns professores que até não alinham com a Fenprof que não se sentiam capazes de avaliar colegas. Antes também recusaram, e julgo que com razão, a proposta da ministra para que os pais participassem também na avaliação. Então, quem a deve fazer? Manuela Ferreira Leite propôs subitamente uma "avaliação externa". Mas quem a fará, com competência para tal? E será que os professores, que, pelos vistos, não querem uma avaliação interna, aceitariam uma externa? Imagine-se...
Assim, como as coisas estão, não há saída. Acontecerá uma de duas coisas: ou a ministra começa a ceder no essencial, mantendo o acessório (como já parece estar a acontecer com o deferimento para mais tarde dos efeitos da avaliação), ou acaba por desistir e tudo volta à estaca zero. Esse é o objectivo final das corporações que governam de facto entre nós e do sindicalismo conservador que, em associação com elas, visa tornar o país ingovernável. Todos sabemos que é assim: na educação, como na saúde, na justiça, na administração pública, no poder local, no sector empresarial ligado ao Estado. Por isso é que, independentemente do seu feitio, do seu método ou das suas razões até, a derrota final de Maria de Lurdes Rodrigues representará o último sopro de vida de um país eternamente adiado. Depois disso, é inútil tentar reformar o que quer que seja porque está dada a receita para o insucesso. Quem vier a seguir para governar o Estado escusa até de ter programa político: pode limitar-se a dizer que não vai deixar de pagar salários, pensões e subsídios, e toda a gente ficará tranquila."
A crónica na sua versão integral pode ser vista aqui.
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Opinião
sábado, 15 de Novembro de 2008
Earth Water disponível em Portugal
A Earth Water é uma água embalada mineral que está disponível em Portugal desde o mês de Setembro. O que a distingue de outros produtos disponíveis no mercado é que os lucros revertem na integra para Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.
Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável. Basta uma embalagem para dar de beber a um refugiado durante uma ano inteiro. Com apenas 59 cêntimos é possível fazer a diferença.
Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável. Basta uma embalagem para dar de beber a um refugiado durante uma ano inteiro. Com apenas 59 cêntimos é possível fazer a diferença.
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